8.1.16

Passagem do Ano


Adoro-nos. Adoro os minutos, as horas, os dias e os anos que passei já ao teu lado. Que desperdício de vida antes disto. Estar contigo é tão simples e para mim tão perfeito. Ser feliz é tão fácil. E quando te digo o que imagino, um quarto verde um brinde cor-de-rosa, tu sabes concretizar, como se eu não precisasse de me explicar muito e a cor fosse efectivamente importante. 

Despedimos-nos de 2015 pela última vez a dois (pelo menos nos próximos 15 anos) e foi tão especial. Perto de casa porque o Afonso regressava pela manhã, sem gastar uma fortuna porque tu lá descobres estas coisas. E entre pistácios, brindes cor-de-rosa (pequenino para a Je), ópera e uma vista linda recebemos de braços abertos e coração cheio 2016. Com a sorte do fogo de artificio ter sido alterado para os Jardins do Casino e de podermos vê-lo da varanda de pantufas nos pés. Jantei um risotto fantástico que satisfez os meus desejos, e bebi um capuccino ao pequeno-almoço que carinhosamente fizeram para mim. Lembrarei com ternura esta passagem de ano num Hotel que parece saído de um episódio do Poirot ou da Miss Marple e onde nos trataram tão bem.

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