18.9.09

Divina Proporção



No Domingo vamos assistir a um concerto de música clássica para bebés com o Afonsinho. Ganhei estes bilhetes num passatempo do site bebé Nestlé http://www.nestlebaby.com/pt que recomendo a todos os pais, não só pela excelente newsletter, como porque ocasionalmente enviam ofertas e dão a possibilidade de concorrer a passatempos como este (está agora a decorrer um novo passatempo para estes concertos para o mês de Outubro). Estou expectante e com sérias dúvidas que o Afonso consiga manter-se calmo durante todo o tempo, mas acredito que vai ser uma experiência enriquecedora.
Estão muito em voga os CDS de música clássica para crianças, que aliás ouvi bastante durante a gravidez, pelo seu efeito calmante mas também porque estimulam os bebés e ajudam à própria aprendizagem havendo já diversos estudos científicos sobre a matéria. O que muitas pessoas desconhecem é que famosas sinfonias, como a 9ª de Beethoven, utilizam na sua composição o número mágico, número da natureza ou, como também é conhecido, a divina proporção. Ao longo dos anos o homem tem procurado a beleza ou a perfeição total e nesta demanda os gregos descobriram Phi, o rectângulo de ouro, cujo número 1,618 é encontrado através da divisão do seu maior lado pelo menor. A partir desta proporção faziam todas as suas construções, como o Parthenon. Da mesma forma os Egípcios utilizaram-na nas pirâmides. Porém, só em 1200 o matemático Leonardo Fibonacci descobriu, ao estudar o aumento de uma população de coelhos, aquela que é hoje conhecida como a Série de Fibonacci - sequência onde um número é igual à soma dos dois números anteriores mas cuja média de crescimento é Phi. Depois desta descoberta os cientistas verificaram que muito na natureza, como o aumento da espiral do caracol, ou a proporção da diminuição das folhas das árvores em altura, ou mesmo o corpo humano, obedece a esta divina proporção. Será por utilizar esse número mágico que a música clássica exerce tanto poder sobre os bebés?

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